Hyper-V está incomodando
Fiquei muito tempo sem postar. Peço desculpas. Fui obrigado a focar 100% no trabalho.
Mas estou motivado a retomar as conversas aqui! O que me motivou? A recente noticia que a VMWare está lançando um add-on para seu VCenter que trará a capacidade de gerenciar Hyper-V. VMware XVP.
Li algumas postagens e noticias sobre o fato, a maioria enfatizando a concorrência com System Center Virtual Machine Manager, produto da Microsoft que faz a gestão do Hyper-V e também do VMWare. Mas, além dessa, outra analise pode ser feita: O Hyper-V esta incomodando a VMWare.
Para quem não se importava com a concorrência como a VMWare, lançar uma ferramenta que gerencia um produto concorrente é assumir que este produto representa alguma ameaça. Não se investe tempo e recursos no desenvolvimento de algo que somente uma pequena parcela do mercado usaria. A demanda deve ser gigante.
A leitura que faço é que o mercado aceitou muito bem o Hyper-V e a família System Center para seu gerenciamento. A fatia de mercado do virtualizador da Microsoft está crescendo, pois entrega de forma sólida o que se propõe e atende seguramente as necessidades de 80% das organizações que tem projetos de virtualização. E a VMWare, com esse lançamento, só confirma isso tudo.
Com o lançamento do Windows Server 2008 R2 SP1, outro pedido dos usuários (atuais e potenciais) de Hyper-V foi atendido. Com o Dynamic Memory podemos aproveitar de forma inteligente a memória física. E isso não é um recurso somente para laboratórios e testes, é para ambientes em produção. Diferente do Memory Overcommitment recurso “equivalente” já existente no produto da VMWare que a própria não recomenda para ambientes grandes em produção.
Creio que a chave para este crescente sucesso do Hyper-V foi, e espero que continue sendo, ter as necessidades dos clientes como foco.
Até a próxima. Breve, eu prometo.
É aí que entra a exportação da VM. O Hyper-V cria uma pasta no local de destino e coloca ali os arquivos de configuração exportados (arquivos *.esp), uma sub-pasta Virtual Hard Disks com os VHDs e outra chamada Snapshots com os snapshots, tudo que é preciso para importar a VM corretamente noutro hardware. Estes arquivos de configuração são nomeados com o ID da VM (ex.: 6D59FE56-6D20-4129-9BF3-2457DDB58A9A.exp). Quando acontece a importação desta VM, o Hyper-V deleta os arquivos .exp impedindo que esta exportação seja reimportada, portando a pasta exportada já deverá estar no lugar certo antes de importar.
É isso aí. Se você tem um ambiente de virtualização de servidores baseado em Hyper-V tem que fazer backup disso! E tem que preparar toda a estratégia de recuperação de desastre.
Tenho notado que o interesse em virtualização de servidores e desktops tem aumentado muito. Cada vez mais as empresas vêem nessa tecnologia uma forma de aumentarem a eficiencia e diminuirem a complexidade do ambiente computacional.
Hoje entreguei meu primeiro Cluster Hyper-v 2.0, com Live Migration em CSV, num ambiente de produção em uma grande empresa! O Windows Server 2008 R2 foi lançado dia 22 de outubro e 14 dias depois já estamos num projeto aplicando a mais nova tecnologia de virtualização de servidores da Microsoft! É um recorde para a WRPD!
Quem acompanhou os vídeos pelos blogs do
Luciano Palma e Fabio Hara apresentaram a palestra de Hyper-V avançado no Tech-Ed 2009. Postei anteriormente sobre a apresentação (veja 
Nova versão do System Center Virtual Machine Manager: 2008 R2 já está finalizada! Será lançada provavelmente junto com o Windows Server 2008 R2, mas o RC pode ser baixado